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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022

Marco Martins: “Conseguimos mudar a imagem do concelho e deixou de se ouvir falar no tribunal e nos eletrodomésticos”

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Já obteve reações dos riotintenses sobre esse projeto?
Sim! As pessoas vêm ter comigo e querem saber quando é que começa a ser feito. E o calendário mantém-se, até ao final de 2014 aprovar formalmente, 2015 preparar o projeto e em 2016 executar.

Relativamente à Quinta das Freiras, disse que a gestão do parque iria passar para a Junta com a delegação de competências. No entanto a exploração da quinta ainda pertence à CMG. Porquê?
A disponibilidade mantêm-se. A Junta de Freguesia de Rio Tinto tem é que primeiro assumir tudo aquilo que está delegado. Antes de serem delegadas mais competências, a Junta tem que cumprir com aquelas com que a Câmara já contratualizou e que não estão a cumprir. Aliás, a generalidade das Juntas não está a cumprir.

A situação financeira da Câmara mudou desde que tomou posse?
Sim, está melhor porque temos vindo a pagar a dívida. O problema são as dívidas novas que aparecem e que ainda podem surgir. Recordo que o orçamento em 2013 era de 79 milhões e em 2014 é de 68. Entretanto já pagamos sete milhões de euros em indeminizações. Quer dizer que temos menos 18 milhões do que tínhamos em 2013. E para além da dívida que a Câmara tem – que mesmo assim faz quase 220% do nosso orçamento – existem 401 processos em que a Câmara é réu em tribunal e não sabemos no que é que isso vai dar. Nos quatro processos que já resolvemos fomos condenados a pagar sete milhões de euros. Se for um milhão por cada processo serão 400 milhões.

Já são conhecidos os resultados da avaliação externa?
Ainda não temos conclusões ainda porque com a mudança da unidade orgânica da CMG houve funcionários que ficaram de baixa desde então e nunca mais colaboraram. Tivemos por isso que reconstituir tudo. Deve ter sido um vírus que atacou especificamente o setor financeiro e contabilístico.

Na sua candidatura à CMG, apresentou cinco linhas de intervenção prioritárias para o concelho. Referiu, também em entrevista, que pretendia criar mil postos de trabalho por ano em Gondomar. Esse objetivo foi conseguido no primeiro ano de mandato?
Esse objetivo vai ser conseguido no final do segundo ano e, este ano, está perto disso.

No que diz respeito à mobilidade – e numa altura em que se debate a privatização dos transportes coletivos do Porto – a atribuição dos cartões Andante para os trabalhadores do município foi apenas o primeiro passo para o alargamento da rede no concelho?
Esse foi um dos passos. O outro vai entrar em funcionamento no dia 1 de novembro com uma alteração radical nos transportes da zona de S. Cosme e Valbom mas não posso dizer muito mais do que isto. Estará relacionado com o andante e com alterações de percurso.

Com a STCP ou Gondomarense?
Gondomarense.

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