Próxima Edição - 18 de novembro

17.1 C
Gondomar
Segunda-feira, Outubro 25, 2021

O “POLIS”

Também pode ler

O CDS já por diferentes vezes tem abordado, nestas crónicas mensais, a ingência de uma diferente abordagem do Município relativamente à realidade da infra-estrutura “Polis”, chamando a atenção para a necessidade de um acompanhamento bem mais efectivo quanto ao estado de tendencial degradação em que se encontra. De facto, e apesar dos nossos alertas anteriores, não detetamos por parte das autoridades municipais, nem nesse contexto nem por agora, qualquer particular preocupação em “acudir”, de forma organizada/sistematizada, a tal justificação de intervenção, parecendo manter-se uma inadvertida postura de que nada urge fazer.

Devemos perceber que o “Polis” tem-se apresentado ser, muito mais que uma estrutura de lazer para os Valboenses ou Gondomarenses em geral, mostrando-se ser local aprazível de visita quotidiana para muitos outros, designadamente Portuenses, que aqui procuram recuperar das agruras de um quotidiano reiteradamente tenso e exigente, constituindo-se como um verdadeiro cartão-de-visita do concelho, demonstrativo, em parceria com outros, da nova imagem que dele todos queremos transmitir.

Ora muitos dos equipamentos que integram o “Polis”, exigem trabalhos de manutenção e recuperação, sobrando cada vez mais um crescente sentimento de imprudente despreocupação de quem responsável por tão importante infraestrutura, seja com as áreas ajardinadas, com áreas de lazer, passadiços, sejam equipamentos de apoio como bebedouros, caixotes do lixo, placas identificativas, asseio das casas de banho, muros salpicados de grafitis etc.. A espaços, nos passadiços, existem zonas com a madeira em buracos, potenciando perigos maiores para a integridade física dos utentes, que caiem e se lesionam com todas as advenientes consequências. O certo é que tais maleitas invocadas, não impedindo uma utilização minimamente consentânea com as potencialidades da infra-estrutura, têm limitado a devida imagem de espaço fundamental, enquanto inequívoca mais-valia para os seus utilizadores e para a vasta zona que o envolve.

O CDS colocou a presente problemática no âmbito da agenda interventiva dos concernentes órgãos deliberativos do Município e da União de Freguesias, com o intuito de captar as diferentes forças políticas para premência de uma intervenção reparadora por parte do Executivo Municipal. Por ventura através do lançamento de uma empreitada regeneradora de todo o espaço e a consequente sensibilização do Executivo para, uma vez recuperado, não o deixar resvalar novamente para similares parâmetros de desconforto.

O concelho não é pródigo em infra-estruturas modernas e tão fortes na adesão que os cidadãos lhes votam, como é o caso do “Polis”, pelo que cumprindo a todos a promoção de uma utilização que não inquine os diferentes equipamentos que o integram, cumpre claramente mais às autoridades municipais, responsáveis pela inerente administração, estarem atentas e intervirem com oportunidade e com suficiência, na defesa do seu melhor enquadramento funcional.

 

- Publicidade -spot_img

Mais artigos

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

- Publicidade -spot_img

Últimas Notícias