Alunos da EB 2/3 Rio Tinto visitaram França e Polónia

EB 2/3 Rio Tinto - junho 2018

A Escola Básica de Rio Tinto tem estado envolvida no programa “Erasmus +” / Foto: Pedro Santos Ferreira

No âmbito do Programa “Erasmus +”, cerca de duas dezenas de estudantes da Escola Básica 2/3 de Rio Tinto visitaram, no final de maio, a França e a Polónia.

Em setembro de 2017, a Escola Básica 2/3 de Rio Tinto associou-se ao Programa “Erasmus +”, que irá terminar em julho de 2019. Em curso, estão três candidaturas aprovadas, intituladas “Learning through theatre and technology” (aprender com o teatro e a tecnologia), “From knowledge to competences” (do conhecimento às competências) e “Safe school, successful students” (escola segura, alunos de sucesso).

Os três projetos têm permitido aos alunos desta escola viajar pela Europa, no âmbito do “Erasmus +”, tendo, assim, a oportunidade de contactar de perto com diferentes realidades académicas. As últimas viagens, no final do mês passado, levaram cerca de 20 jovens estudantes até à França e à Polónia.

“Estes projetos são formas diferentes de trabalhar as matérias que lecionamos através do envolvimento com outros países europeus, que torna a experiência ainda mais enriquecedora. Esse é o principal objetivo”, afirma Maria Gomes, professora da EB 2/3 de Rio Tinto.

Por sua vez, Maria José Monteiro, docente na mesma escola, mostra-se entusiasmada com as experiências na Polónia e na França. “Fiquei surpreendida, sobretudo com aquilo que acho que deve ser o ensino das artes. Os alunos têm um grande nível de conhecimento e as ideias de saber ouvir e saber estar são-lhes transmitidas desde pequenos”, conclui.

Maria Ribeiro, 13, França:
“Vimos muita aposta na tecnologia e nesse tipo de equipamentos nas escolas. As escolas também eram diferentes das nossas. As salas de aula tinham umas disposições diferentes e eram nomeadas por personalidades famosas como, por exemplo, Albert Einstein”

Paulo Silva, 14, Polónia:
“A escola que visitei era diferente da nossa. Haviam mais computadores, um para cada estudante, e uma grande aposta na tecnologia. Os alunos também eram mais sociáveis e procuravam realizar outras atividades extracurriculares fora das salas de aula”

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