André Cardoso suspenso quatro anos por doping

André Cardoso - novembro 2018

O ciclista André Cardoso poderá ter a carreira em risco / Foto: Direitos Reservados

O ciclista André Cardoso foi castigado pela União Ciclista Internacional (UCI) no âmbito de um caso ocorrido antes da Volta a França de 2017. O gondomarense acusou positivo a eritropoietina (EPO), duas semanas antes do início da competição.

Quatro anos de suspensão e uma carreira em risco de terminar. Aos 34 anos, o ciclista André Cardoso, natural de Gondomar, foi suspenso pela UCI, devido a um controlo antidoping positivo, no âmbito de um caso ocorrido antes da Volta a França de 2017, quando o atleta acusou positivo a EPO, duas semanas antes do início da competição.

Em reação a esta medida, André Cardoso publicou nas redes sociais uma carta aberta em que faz notar que “assim se acaba com a vida profissional de um atleta limpo, honesto, humilde, trabalhador, amigo do seu amigo”.

Na extensa nota, o ciclista recorda todo o processo até à data da suspensão do UCI e deixa claro que ao longo da carreira nunca faltou a um controlo antidoping.

“Resta-me dizer-vos que ainda tenho forças suficientes para tentar provar a minha inocência recorrendo para o TAS através do apoio “Legal Aid”, tendo consciência que poderá ser só uma miragem. Com 16 meses de luta contra a UCI não tenho mais condições para este recurso, só através de apoio jurídico”, conclui o atleta nas redes sociais.

André Cardoso, que esteve presente nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e Rio de Janeiro 2016, já tinha sido suspenso pela equipa Trek-Segafredo, que na altura era liderada pelo espanhol Alberto Contador.

Em julho deste ano, então suspenso preventivamente, o ciclista voltou a dizer-se inocente, depois de a análise à amostra B ter tido um resultado inconclusivo.

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