Arqueóloga riotintense integrou projeto de exploração Maia

“Quando cheguei ao México e comecei a escavar, todos ficaram muito admirados”

Lagartero, México / Direitos Reservados

Lagartero, México / Direitos Reservados

Com a tese de mestrado centrada na ‘Cosmovisão dos Maias’, Maria João Marques foi convidada para uma expedição até Lagartero, no México, onde integrou um grupo para explorar um local de ocupação Maia com quase 1000 anos. Em entrevista ao Vivacidade, a riotintense teceu críticas ao prestígio social atribuído aos arqueólogos em Portugal.

“Fui convidada por um amigo meu. Ele era estudante do Instituto Profissional de Antropologia e História, no México, e convidou-me de uma forma informal para participar no projeto da zona arqueológica de Lagartero, em Chiapas. A minha tese está centrada na Cosmovisão dos Maias e envolve uma localização histórica na Guatemala. Tive por isso todo o interesse profissional, cultural e humano em participar no projeto”, explica ao Vivacidade Maria João Marques.

A expedição, com uma duração de três meses, obrigou a arqueóloga a interromper o seu trabalho, na barragem de Pias, em Beja, e rumar ao continente americano.

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