Associação Dignidade e Futuro de Gondomar precisa de 2,5 milhões de euros para construir lar de idosos

Amélia Ribeiro, presidente da direção da coletividade / Foto: Pedro Santos Ferreira

Fundada em 2010, a Associação Dignidade e Futuro de Gondomar, Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), quer construir um lar junto à Quinta da Bouça-Cova, em Gondomar (São Cosme). Para o efeito, são necessários 2,5 milhões de euros.

É uma das mais jovens coletividades do concelho de Gondomar, mas nem por isso tem receio de sonhar com a construção de um lar de idosos com capacidade para 60 utentes. O projeto já tem terreno atribuído e vai ficar situado entre a Quinta da Bouça-Cova, propriedade da Ordem dos Capuchinhos, e o Colégio Paulo VI.

“Neste projeto contamos com um importante apoio da Ordem dos Capuchinhos, que se prontificou a disponibilizar parte de um terreno da Quinta da Bouça-Cova com cerca de 4000 metros quadrados”, afirma Amélia Ribeiro, presidente da direção da Associação Dignidade e Futuro de Gondomar (ADFG).

A escritura foi assinada a 5 de dezembro de 2013 e estava em vigor um prazo de cinco anos para iniciar a construção. Contudo, graças à demora burocrática, a Ordem dos Capuchinhos e a coletividade decidiram prolongar o prazo de forma a garantir a continuidade do projeto.

“O equipamento vai chamar-se Lar São Francisco de Assis em homenagem ao apoio dado pela Ordem dos Capuchinhos, que nos apoiou desde a primeira hora. Vai ser um espaço privilegiado, numa zona central do concelho, próximo de um local de culto. Queremos ter 60 utentes em regime de residência permanente, apoio domiciliário, centro de dia e apoio permanente ao domicílio”, acrescenta a responsável pela coletividade.

O projeto necessita, contudo, de angariar uma verba próxima dos 2,5 milhões de euros. Nesse sentido, a ADFG tem promovido diversas iniciativas e campanhas de angariação de fundos, além de recorrer ao mecenato. Todas os apoios são bem-vindos para esta causa.

“Temos recebido o apoio da comunidade e da Câmara Municipal de Gondomar, entre outras ajudas. Também estamos confiantes que no próximo ano possa abrir uma linha de financiamento comunitário que sirva a nossa causa. No fim, acredito que vamos reunir todos os recursos necessários para edificar este sonho”, diz Amélia Ribeiro ao nosso jornal.

Outro dos objetivos da atual direção passa pela cedência de um espaço do Mercado Municipal de São Cosme à associação, que ficou sem sede no ano passado. “Estou confiante que o Município vai ajudar-nos nesse processo”, conclui a dirigente associativa. A ADFG conta com 300 sócios. Os interessados em associar-se a esta causa podem contactar a coletividade através do site oficial ou do Facebook.

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