Bloco de Esquerda debateu programa Polis em Gramido

Os bloquistas uniram-se na margem em Gramido, junto à Casa Branca, para debater o programa Polis de Gondomar / Foto: Pedro Santos Ferreira

Os bloquistas uniram-se na margem em Gramido, junto à Casa Branca, para debater o programa Polis de Gondomar / Foto: Pedro Santos Ferreira

O Bloco de Esquerda de Gondomar organizou, a 4 de setembro, uma sessão pública em Gramido. O tema em destaque foi o Polis de Gramido, programa que mereceu vários reparos dos militantes do BE.

Os bloquistas uniram-se na margem de Gramido, junto à Casa Branca, para debater o programa Polis de Gondomar. O projeto que requalificou a marginal de Gondomar desde a Ribeira de Abade até à praia de Atães mereceu críticas dos militantes do Bloco que lamentou a existência de “praias e águas degradadas com lixeiras ambulantes”. “Como sabemos o programa Polis ficou-se por Gramido. O projeto tinha três pilares fundamentais: a proteção dos areais e preservação da história de Gramido, a planificação das águas residuais e a salvaguarda do património. No entanto, nada foi feito em relação à ETAR de Gramido e a Câmara faz ouvidos moucos em relação a isto”, manifestou o dirigente gondomarense do Bloco de Esquerda.

Bruno Pacheco foi mais longe e lembrou a solução proposta pelo Bloco relativamente à ETAR do Meiral. “A Câmara de Gondomar considerou-nos idealistas e disse que não tínhamos conhecimentos técnicos, contudo, a solução é a mesma apresentada agora em conjunto com a Câmara Municipal do Porto”, referiu o membro da direção do BE Gondomar.

A sessão pública do Bloco de Esquerda contou ainda com a presença da porta-voz nacional do partido, Catarina Martins, e o candidato do Bloco pelo círculo distrital do Porto, Luís Monteiro.

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