Carlos Brás: “O sucesso da 1ª edição ditou o aumento da procura da ExpoGondomar”

ExpoGondomar 2017 - junho 2017

Carlos Brás, vereador da Câmara Municipal de Gondomar / Foto: Arquivo Vivacidade

Após o sucesso da 2ª edição da ExpoGondomar, iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Gondomar, Carlos Brás, vereador responsável pelo pelouro do Desenvolvimento Económico e Empreendedorismo do Município, faz um balanço “extremamente positivo” do evento empresarial.  

Terminada a mais recente edição da ExpoGondomar, que balanço faz?
De uma forma geral, consideramos que superou largamente as nossas expectativas. Tínhamos noção que haviam mais empresas, mais necessidade de espaço expositivo, mais procura, mas o que nos surpreendeu foi a afluência do público em geral, a par dos expositores, que nesta edição já reivindicaram mais espaço para 2018. Ou seja, continua a aumentar a procura dos expositores, sendo que, este ano, já duplicamos esse espaço.

Como explica o aumento da procura por parte dos expositores?
O sucesso da 1ª edição ditou o aumento da procura da ExpoGondomar. O Município limitou-se a divulgar o evento e perguntou às empresas se teriam interesse em marcar presença na ExpoGondomar, sendo que dentro da participação existiam três modalidades distintas: expositor comum, parceiro ou patrocinador. A maior procura foi registada no formato patrocinador.

Em que consiste esse formato?
Não é um formato elástico, porque nem todos podem ser patrocinadores do evento. Assenta, sobretudo, na possibilidade de estar associado à divulgação do evento.

Foi rejeitada alguma empresa?
Não rejeitamos nenhuma empresa, mas restringimos o espaço a muitas. Sendo um certame multissetorial, não conseguimos corresponder a muitas das necessidades expositivas. Contudo, ainda existe a possibilidade de aumentarmos o nosso espaço expositivo.

Quantos visitantes passaram pelo ExpoGondomar 2017?
Este ano registamos 11 mil entradas na porta principal, mas existia mais do que uma possibilidade de entrada. Estamos também a excluir os visitantes do desfile de moda, Miss Gondomar, concerto da Rita Guerra e os participantes nos workshops, debates e outras iniciativas.

As novidades desta edição serão para manter?
O concerto será seguramente para manter, porque correspondeu a um pedido dos expositores. O jantar “Negócios à Mesa” foi uma medida de risco, assumimos isso, mas claramente positiva. Este ano optamos por realizar um jantar, que serviu de convívio entre os empresários e permitiu divulgar os vários expositores aqui presentes. Foi um sucesso porque as pessoas gostaram dessa novidade.

O espaço exterior [agricultura] poderá merecer uma atenção especial na próxima edição?
Iremos certamente reformular aquele espaço. A ideia que temos poderá influenciar alguns dos expositores que marcaram presença este ano. Neste momento a agricultura representa pouco, do ponto de vista económico, em Gondomar. Queremos manter alguma ligação ao setor, mas provavelmente iremos reformular aquele espaço.

Este é o maior evento do seu pelouro?
Sem dúvida. O turismo tem alguns eventos, mas esta é a maior iniciativa que desenvolvo.

Consegue indicar o melhor e o pior momento desta edição?
Como ponto positivo focaria o desfile de moda, muito bem organizado e muito profissional, dando expressão ao comércio e às empresas têxtil de Gondomar. Como aspeto a melhorar, julgo que podemos reaproveitar melhor o espaço exterior.

Se tivesse que definir um objetivo principal deste evento, qual seria?
É, sobretudo, a capacidade de dar a conhecer empresários de Gondomar aos gondomarenses e criar laços entre eles.

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