Cláudia Silva: “Este livro é um romance sobre viagens”

Entrevista Cláudia Silva

Cláudia Silva, autora do livro “Um destino que espreita sem entrar” / Foto: Pedro Santos Ferreira

O livro “Um destino que espreita sem entrar” foi lançado no dia 2 de setembro, na Escola Secundária de Rio Tinto. A obra editada pela Chiado Editora é a primeira história de Cláudia Silva, 25 anos, licenciada em Línguas e Relações Internacionais.

Como surge o livro “Um destino que espreita sem entrar”?
Sempre gostei de escrever e um dia decidi arriscar. Comecei a escrever uma história, mais tarde enviei-a para algumas editoras. Inicialmente não tive resposta, até que a Chiado Editora decidiu apostar em mim. Felizmente consegui alcançar o meu sonho mais cedo do que esperava.

O que a levou a escolher este título?
Foi um impulso. Não gosto de pensar muito no título para não o tornar forçado. Escrevi este título e assim ficou.

Que história é retratada no livro?
Este livro é um romance sobre viagens. Existe uma personagem principal feminina, a Ana, que se apaixona, mas nem tudo corre como ela esperava e para se refugiar do amor perdido ela procura novos rumos.
É uma história que prende o leitor até ao fim porque surgem sempre novos acontecimentos e a história não para. O livro tem ligações fortes ao Porto e a Barcelona.

É também um livro de experiências pessoais?
Sim, acaba por ser. Os traços de personalidade da Ana e alguns dos acontecimentos relacionam-se comigo. Algumas peripécias foram inspiradas em filmes e livros.

Curiosamente o final do livro deixa tudo em aberto…
[risos] A minha ideia poderá ser continuar este livro. Antes disso vou escrever outro livro, uma história diferente e mais madura.

Este livro é resultado da persistência?
Sem dúvida. Curiosamente nem sabia que tinha enviado a minha história para a Chiado Editora, mas recebi o contacto deles e isso foi resultado da persistência e do apoio que tive dos amigos e familiares.

O que a levou a escolher a Escola Secundária de Rio Tinto para a apresentação pública do livro?
Sou de Rio Tinto, apesar de agora residir em Valongo. Além disso, também frequentei a Escola Secundária de Rio Tinto e pareceu-me o local ideal para a apresentação do livro. Fui muito bem recebida, o auditório estava lotado e correu tudo às mil maravilhas. 

O livro é dirigido a um público específico?
Acaba por ser dirigido a uma faixa etária mais jovem, mas tenho recebido mensagens de leitores mais velhos que se mostram surpreendidos com o livro. Talvez seja uma história mais dirigida ao público feminino.

Tem outro livro em construção. O que podemos esperar?
Será novamente um romance, no entanto, a parte emocional vai ser mais conturbada e a história será completamente diferente. Não quero focar-me só na personagem principal, quero explorar os outros intervenientes na história. Este trabalho vai ser mais longo.

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