Dramático de Rio Tinto sopra 79 velas

Dramatico Rio Tinto

Foto: RVC

A 5 de fevereiro o Grupo Dramático e Beneficente de Rio Tinto celebrou mais um aniversário. Na sede da coletividade, homenagearam-se os sócios com 25 e 50 anos e cantaram-se os parabéns pelos 79 anos de existência.

Alberto Mendes, presidente da direção do Dramático de Rio Tinto, abriu os discursos da cerimónia comemorativa do 79.º aniversário da coletividade. Na mesa estavam o vice-presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Luís Filipe Araújo, o presidente da Junta de Freguesia de Rio Tinto, Nuno Fonseca, e um representante da Federação das Coletividades de Gondomar. O dirigente do Dramático agradeceu a presença das pessoas que marcaram presença no aniversário e passou a palavra a Francisco Nogueira, da Comissão Coordenadora da Cultura, que lembrou as entidades presentes na sede e os sócios mais antigos da associação e também proferiu algumas palavras de agradecimento.

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Foto: RVC

Entregues as medalhas de homenagem aos sócios, Alberto Mendes quebrou o protocolo pedindo desculpa aos presentes por não ter uma lembrança para oferecer às entidades. “Peço as minhas desculpas mas a situação financeira não permite à associação oferecer nada, este ano, pela primeira vez”, referiu o presidente. Desculpas aceites e escusadas, na opinião de Nuno Fonseca, que decidiu inverter os papéis e oferecer o diploma de participação no Concurso de Árvores de Natal Solidárias à instituição bem como um azulejo com a nova marca de Rio Tinto. “Esta associação é importante para a vida cultural de Rio Tinto. Todos os anos o Festival de Teatro da Cidade de Rio Tinto enche-nos de orgulho. Rio Tinto seria muito mais pobre se esta associação não existisse. Quero dar os parabéns pelos 79 anos de trabalho”, afirmou ainda o autarca.
Já Luís Filipe Araújo destacou o reconhecimento aos associados com 25 e 50 anos de coletividade explicando que se trata de “um sinal de respeito pela história e pelos associados que a coletividade tem.” “Todos sabem o papel que o Dramático desempenha no concelho. Enquanto esta coletividade existir e produzir cultura com a qualidade que tem feito, isto é suficiente”, concluiu o vice-presidente da Câmara.

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