Eleições Europeias 2014: o que muda?

Eleições Europeias / Direitos Reservados

Contagem decrescente para o dia em que o futuro da Europa vai mudar. No mês de maio, 400 milhões de cidadãos vão eleger os 751 eurodeputados ao Parlamento Europeu, cujo mandato terá início em julho com a eleição do próximo presidente da Comissão Europeia. Face a 2009, Portugal perde um eurodeputado.

A 25 de maio, os eleitores portugueses terão nas mãos o poder de decidir a nova maioria política que irá determinar a legislação europeia nos próximos cinco anos, em áreas que vão desde o mercado interno às liberdades cívicas.

Decisões como a uniformização do preço do roaming em todos os Estados-membros da União Europeia, a regularização para a contração de empréstimos, a criação de um carregador comum para os telemóveis e o aumento da licença da maternidade, são alguns dos desafios para o mandato 2014-2019.

O Parlamento Europeu tem agora um papel essencial no processo de tomada de decisão europeu e decide em pé de igualdade com os governos nacionais em, praticamente, todas as leis europeias.

A importância das eleições de 25 de maio centram-se também na escolha indireta do próximo presidente da Comissão Europeia. Os candidatos são: Alexis Tsipras, Grécia, Esquerda Europeia; Guy Verhofstadt, Bélgica, Liberais e Democratas; José Bové, França, e Ska Keller, Alemanha, Partido Verde Europeu; Martin Schulz, Alemanha, Partido Socialista Europeu; e Jean Claude Juncker, Luxemburgo, Partido Popular Europeu;

O novo presidente será eleito entre os dias 14 e 17 de julho.


Entrevista do Vivacidade a Francisco Assis, Paulo Rangel, João Ferreira e Marisa Matias nas páginas seguintes

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