Entrevista a Mário Gonçalves (Movimento Independente): “Distribuir sorrisos já não chega”

Mário Gonçalves / Arquivo Vivacidade

Mário Gonçalves / Arquivo Vivacidade

Mário Gonçalves nasceu em S. Pedro da Cova, em 1944. Filho de mineiro capataz, foi voluntário nas tropas paraquedistas e tirou o curso de enfermagem da Força Aérea, na Ilha Terceira, nos Açores. Fundador e gestor de várias empresas, Mário Gonçalves ficou sempre ligado ao paraquedismo. Mais tarde veio a integrar, como independente, o executivo de Conceição Fontes na Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova e foi deputado na Assembleia Municipal de Gondomar, eleito nas listas do Movimento Valentim Loureiro Gondomar no Coração, pelo qual concorre agora, em simultâneo, às Juntas de Freguesia de Fânzeres e S. Pedro da Cova.

Como chegou à Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova?
Um dia o PSD convidou-me como independente para integrar a lista a S. Pedro da Cova, há cerca de doze anos. Fiz parte da junta com a Conceição Fontes. Penso que fizemos um bom mandato e um bom trabalho.

Nessa altura que cargo desempenhava?
Era secretário. Tinha a meu cargo o pessoal e as obras.

Qual é, na sua opinião, a prioridade para Fânzeres e S. Pedro da Cova?
Não tenho jeito para distribuir sorrisos, embora goste de ser simpático. Se for eleito, como espero, temos que deitar os olhos para os casos gritantes e estar mais em cima das populações, principalmente as mais carenciadas.

A realidade autárquica nesta união de freguesias irá complicar-lhe a vitória nas eleições?
As pessoas hoje já não são ingénuas como no 25 de abril, hoje sabem votar e já se vota com consciência. Distribuir sorrisos já não chega.

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