Entrevista a Valentim Loureiro: “Recebi dos gondomarenses carinho, amizade e apoio”

Por Ricardo Vieira Caldas, Pedro Santos Ferreira e Joana Isabel Nunes

Entrevista a Valentim Loureiro / Foto de Joana Isabel Nunes

Entrevista a Valentim Loureiro / Foto de Joana Isabel Nunes

Valentim Loureiro vai deixar o executivo da Câmara de Gondomar já em setembro. Sem papas na língua, falou sobre os mais variados assuntos que marcaram o seu mandato e a sua pessoa. À conversa com o Vivacidade, o major deixa o cheiro a despedida e faz uma retrospetiva dos seus 20 anos à frente da autarquia.

Vai ter pena de deixar de ser o presidente da Câmara?
Vou. Sabe que são 20 anos. É uma vida. E trabalhei muito para Gondomar e para os gondomarenses e recebi de Gondomar e dos gondomarenses carinho, amizade, apoio e estou ligado aos gondomarenses e tenho a certeza de que eles, na sua maioria, também estão ligados a mim.

20 anos passaram depressa ou devagar?
Correram ao ritmo normal. Cinco eleições, cinco vitórias. Umas mais expressivas, outras menos.

A partir de setembro vai dedicar mais algum tempo à sua família?
Seguramente, a partir de 29 de setembro, vou ter mais tempo porque deixo a função executiva.

Os casos da Quinta do Ambrósio e do “Apito Dourado” fizeram-no perder alguma força política?
Nenhuma, absolutamente nenhuma. Esses casos servem para mostrar que uma pessoa – sendo investigada em tudo que é sítio, com gravações e com escutas – tem que ter uma vida muito limpa para chegar ao fim e na questão da Quinta do Ambrósio foi tudo ao ar e na questão do Apito Dourado ficou reduzido a uma multa.

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