Entrevista Paulo Portas: “Quem votar na coligação PSD-CDS pode esperar um País em crescimento”

Paulo Portas, presidente do Partido Popular e atual vice-primeiro-ministro/ Foto: Direitos Reservados

Paulo Portas, presidente do Partido Popular e atual vice-primeiro-ministro/ Foto: Direitos Reservados

É o atual vice-primeiro-ministro de Portugal e volta a candidatar-se ao cargo pela coligação Portugal à Frente, que une PSD e CDS-PP. Paulo Portas, presidente do Partido Popular, espera contar com a confiança dos portugueses para iniciar um novo ciclo para o País.

Que balanço faz destes quatro anos de mandato do CDS-PP?

Na coligação PSD-CDS, “Portugal à Frente”, temos a ideia clara: Portugal precisa de confiança, porque quando há confiança as empresas investem, e é o investimento que traz novos empregos; e com mais emprego teremos uma economia que continua a crescer. Mais crescimento económico e mais emprego, portanto! Sabemos bem que estes últimos anos foram difíceis para todos, por isso agora, que já pusemos as contas em ordem, podemos investir no acesso à saúde, na valorização da educação, no desenvolvimento social e no apoio à natalidade, para equilibrar a demografia.

O que podem esperar os portugueses que decidam votar no CDS/PP?

Quem votar na coligação sabe que está a votar em mulheres e homens que trabalharam e trabalham para libertar o nosso País das dívidas, que sabem entender-se e chegar a acordos, que põem Portugal à frente dos partidos e dos interesses. Quem votar na coligação PSD-CDS pode esperar um País em crescimento, sem fantasias ou experiências, com credibilidade.

Que mensagem tem para os portugueses?

Foram quatro anos muito difíceis para todos. Foram três anos mais um: três sob uma troika e um programa de ajustamento, chamados por um estado de quase falência, sob o governo dos socialistas; e um ano já de crescimento, em que provámos que conseguimos cumprir e atingir a liberdade e o crescimento. Hoje parece que já foi há muito tempo… Mas lembra-se quantos não disseram que Portugal não ia conseguir? Que teríamos de pedir um segundo resgate? Não foi preciso. Que teríamos um programa “cautelar”?  Não precisámos. Que era necessário mais tempo ou mais dinheiro – e com isso mais dívida? Não só não precisámos como já conseguimos começar a pagar ao FMI, para aliviar os nossos juros.

E depois da recessão provocada pelo programa da troika, conseguimos recuperar – o emprego, o crescimento, a economia. Foram muitos os sacrifícios, mas cumprimos os objetivos.

O que o fez despertar para a política?

Para a política? A minha família. Foram os meus exemplos. Gente de opinião e serviço aos outros, de discussão entre as diferenças e união no que realmente importa.

Que personalidades o motivam diariamente a ser político?

As personalidades, como Francisco Sá Carneiro, servem como inspiração. Mas o que motiva diariamente é o querer um Portugal soberano, livre de credores, a crescer, a exportar e sem deixar ninguém para trás.

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