Gondomar aprovou reabilitação do edifício dos Paços do Concelho

Edifício dos Paços do Concelho aprovado / Foto: Direitos Reservados

A Câmara Municipal de Gondomar aprovou, no dia 1 de agosto, o anteprojeto de reabilitação do edifício dos Paços do Concelho, em Gondomar. Em causa está um custo global aproximado de 3,8 milhões de euros.

O executivo municipal, com a abstenção da Coligação Democrática Unitária, aprovou a reabilitação e ampliação dos Paços do Concelho, tendo em conta a centralização de serviços e oferecendo mais e melhores condições para os trabalhadores e órgãos autárquicos.

De acordo com a proposta do anteprojeto levado a votação, em causa está também uma tentativa de revitalizar a dinâmica social e económica em toda a zona envolvente, através de uma intervenção de reabilitação urbana integrada e sustentável.

Segundo o Município de Gondomar, a intervenção, que abrange uma área de 7,7 mil metros quadrados, deverá ter um custo global aproximado de 3,8 milhões de euros, pretendendo o executivo aproveitar os instrumentos financeiros criados no âmbito do Portugal 2020, cujo objetivo é o financiamento de operações de reabilitação urbana incidentes nas Áreas de Reabilitação Urbana delimitadas pelos Municípios.

O início das obras está previsto para o verão do próximo ano e prevê a criação de um novo imóvel acoplado ao que já existe, com dois pisos subterrâneos para arquivo e estacionamento. O estacionamento subterrâneo será, de acordo com a proposta, de acesso público.

A par desta intervenção, está ainda previsto um alargamento da Rua Novais da Cunha, que passará a ter dois sentidos. A proposta foi votada e aprovada na última reunião pública municipal, na Junta de Freguesia da Lomba.

Coligação PSD/CDS-PP aprova, mas não esquece dívida municipal
A coligação PSD/CDS-PP “Gondomar no Coração” aprovou a proposta de Reabilitação e Reestruturação do Edifício dos Paços do Concelho, mas não esqueceu a dívida autárquica que, em maio, rondava os 100 milhões de euros.

Em comunicado, a coligação de direita, encabeçada pelo vereador Rafael Amorim, parte do valor da dívida municipal para deixar sugestões ao executivo socialista e considera, entre outros aspetos, a proposta prematura, não prioritária e desenquadrada com a atual conjuntura financeira da Câmara de Gondomar.

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