Grupo Etnográfico da Escola Preparatória de Rio Tinto festejou 20.º aniversário

Tarde de folclore animou o Dramático de Rio Tinto / Foto: Ricardo Vieira Caldas

Tarde de folclore animou o Dramático de Rio Tinto / Foto: Ricardo Vieira Caldas

No dia 16 de novembro, o Grupo Etnográfico da Escola Preparatória de Rio Tinto festejou a rigor o 20.º aniversário no palco da sala de espetáculos do Grupo Dramático e Beneficente do Rio Tinto. Ao evento não faltou folclore.

Em 1994, Francisco Carvalho, professor de educação física, decidiu reunir um grupo de docentes que formaram o Grupo Etnográfico da Escola Preparatória de Rio Tinto, para “aprender um pouco de folclore no fim das aulas”, conta Maria Eduarda Barros, a atual presidente da direção do grupo.

Ao Vivacidade, a dirigente recorda que no início a ideia “não passava de uma brincadeira” até que as pessoas “começaram a gostar do folclore”. “Aos poucos os membros do grupo foram trazendo outras pessoas e acabou por surgir a nossa primeira atuação, no Pavilhão Gimnodesportivo Municipal de Fânzeres”, diz Maria Barros.

Atualmente, o Grupo Etnográfico da Escola Preparatória de Rio Tinto conta com 40 pessoas mas está em constante remodelação, graças à grande mobilidade da colocação de professores. “Quando chegamos a setembro reformulamos o grupo quase na íntegra. No entanto, agora que conseguimos formar uma direção temos mais estabilidade”, admite a dirigente.

Para celebrar os 20 anos de vida, o grupo preparou um espetáculo comemorativo na sala de espetáculos do Grupo Dramático e Beneficente de Rio Tinto e convidou o Grupo de Danças e Cantares do Centro Social de Soutelo e a Associação Folclórica “Cantarinhas da Triana”, para uma tarde de folclore e muita animação.

Na assistência estiveram dezenas de pessoas, com destaque para a presença de Nuno Fonseca, presidente da Junta de Freguesia de Rio Tinto.

“Visto esta gente toda e não é um trabalho fácil”

Manuela Lemos está no associação há 18 anos e é responsável pelo guarda-roupa e cenários dos espetáculos organizados pelo Grupo Etnográfico da Escola Preparatória de Rio Tinto. A ex-professora de Educação Visual e Tecnológica, confessa ter uma “aptidão especial” e encara a tarefa como um desafio permanente. “Visto esta gente toda e não é um trabalho fácil. Estou sempre a ajustar tecidos e a costurar novas roupas”, explica ao Vivacidade.

Entre as roupas e os cenários Manuela Lemos dedica muitas horas ao grupo e antevê uma “nova vida” para os próximos anos. “Agora temos muitos membros e professores aposentados, o que deu uma nova vida ao grupo”, conclui.

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