Grupo Teatro Vai Avante: amadores com amor ao teatro

Grupo Teatro Vai Avante

Atores e atrizes do Grupo Teatro Vai Avante / Foto: Pedro Santos Ferreira

Fundado em setembro de 2003, o Grupo de Teatro do Vai Avante conta já com sete peças encenadas e prepara-se para apresentar uma nova ainda este ano. Ao Vivacidade, os atores mostram-se orgulhosos pelo percurso traçado e com a dedicação à arte de representar.

A Associação Social Recreativa Cultural e Bem Fazer “Vai Avante”, sediada em São Pedro da Cova, criou, em 2003, uma secção de teatro por vontade dos funcionários e associados da instituição. O grupo – inicialmente formado por 12 pessoas – começou a ensaiar e encenou a primeira peça representada em palco: “O Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente.

Doze anos depois são vários os espetáculos contabilizados, divididos por sete peças diferentes, encenadas pelo grupo de teatro.

“Temos tido sucesso no teatro amador e isso deve-se à nossa dedicação e adaptação às personagens das nossas peças. Estamos nisto por amor e somos sempre nós que tratamos de tudo, desde a peça, aos ensaios, planeamento e cenários”, conta Lídia Ferreira, do Grupo de Teatro Vai Avante.

Este ano há nova peça para os seguidores do grupo mas a escolha ainda não está feita. Ao Vivacidade, a dirigente da Associação Vai Avante, confessa, contudo, que “não está nada definido”. “A escolha da próxima peça é um processo demorado e tem que ser adaptado aos atores”, refere.

Desde 2003, o grupo ensaia todas as segundas-feiras na sede do Vai Avante.

5.º Encontro de Teatro Amador encerra a 5 de março

O 5.º Encontro de Teatro Amador Arte e Ato encerra a 5 de março, pelas 21h30, com a peça “Crimes Exemplares”, levada a palco pelo grupo Pé no Charco, com encenação de Filipe Gaspar. O encontro de teatro realiza-se no Auditório Municipal de Gondomar e é organizado pela Associação Vai Avante.

Peças encenadas pelo grupo:
“Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente;
“O Colar” de Sophia Mello Breyner;
“A Excomungada” de Bernardo Santareno;
“Salomé” de Oscar Wilde;
“Mar” de Miguel Torga;
“A Birra do Morte” de Vicente Sanches;
“Casa de Pais” de Francisco Ventura;
“Uma Bomba Chamada Etelvina” de Henrique Santana e Ribeirinho;

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