Lurdes Tomaz apresentou “Siena” no Centro Cultural de Rio Tinto

Lurdes Tomaz - novembro 2018

O livro “Siena” foi apresentado no Centro Cultural de Rio Tinto / Foto: Pedro Santos Ferreira

A gondomarense Lurdes Tomaz apresentou, no dia 17 de novembro, o livro “Siena”, no Centro Cultural de Rio Tinto. Segundo a autora, o romance resulta do autodidatismo na escrita. 

“Um grande amor pode acontecer até à mais simples das mulheres”. É esta a premissa de “Siena”, o primeiro título na bibliografia da gondomarense Lurdes Tomaz.

A escritora decidiu levar a sério a sua paixão pelas letras e arriscou lançar-se no mundo editorial, proposta abraçada pela Chiado Editora, dando origem a “Siena”, o primeiro de três livros que já concluiu. A obra foi apresentada este mês, no Centro Cultural de Rio Tinto, junto de familiares e amigos.

“Este livro está concluído há cerca de cinco anos, mas só agora foi possível editá-lo. Sempre achei que tinha escrito um bom romance, diziam-me isso mesmo, até que decidi propor a edição da minha obra a uma editora. Falei com a Chiado e o sonho tornou-se realidade”, afirma Lurdes Tomaz, em entrevista ao Vivacidade.

Na base do sucesso está, de acordo com a escritora, “uma boa capacidade de escrita aliada a uma imaginação muito forte”. Só assim se explica o imaginário criado em “Siena”, nome da personagem principal do romance, que conhece John Harrison, uma estrela de cinema em ascensão, numa noite que muda a sua vida. A história de amor é abruptamente interrompida com a inveja e ganância da sua melhor amiga e um fotógrafo mentalmente perturbado.

“Este livro foi começado e acabado num ápice. Não tive grandes estruturas, saiu-me naturalmente. Obviamente, uma ou duas vezes senti a necessidade de retocar a narrativa, mas nunca fiz grandes alterações”, garante Lurdes Tomaz.

A autora realizou uma primeira apresentação pública em Lisboa, onde reside e trabalha, contudo, confessa que a sessão de Rio Tinto “teve um significado especial, junto de familiares e amigos de longa data”.

Durante a apresentação, a autora foi brindada com um momento musical protagonizado pelo Orfeão de Rio Tinto, coletividade a que já pertenceu.

Ao nosso jornal, confessa ser autodidata e promete mais dois romances nos próximos tempos. “O objetivo é que os meus livros possam ser lidos por uma criança de oito anos ou uma senhora com 80. Quero que as pessoas se sintam bem enquanto leem os meus textos”, conclui.

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