Marco Martins: “Conseguimos mudar a imagem do concelho e deixou de se ouvir falar no tribunal e nos eletrodomésticos”

Marco Martins no gabinete presidencial da Câmara Municipal de Gondomar / Foto: Ricardo Vieira Caldas

Marco Martins no gabinete presidencial da Câmara Municipal de Gondomar / Foto: Ricardo Vieira Caldas

Em outubro de 2013, Marco Martins iniciava as suas funções como presidente da Câmara Municipal de Gondomar. Um ano depois, o ex-presidente da Junta de Freguesia de Rio Tinto lamenta que “a generalidade das Juntas, em Gondomar, não esteja a cumprir” com os acordos celebrados no âmbito da delegação de competências. Em entrevista ao Vivacidade, o edil camarário mostra-se preocupado com os processos judiciais em que a Câmara está envolvida e fala de alguns objetivos para 2015.

Há cerca de um ano, iniciava funções como presidente da Câmara. Quais as principais diferenças que encontra entre este cargo e o que desempenhava enquanto presidente da junta?
Hoje há mais responsabilidade e um barco maior para gerir mas também mais problemas e uma maior capacidade para os resolver. Até aqui estava limitado, hoje deixei de ter a desculpa das competências. Não digo que seja mais fácil ou mais difícil mas traz-me mais satisfação e realização.

Entre outras coisas, a imagem de Gondomar mudou. Era uma mudança urgente?
Sim era. Penso que conseguimos mudar a imagem do concelho e deixou de se ouvir falar no tribunal e nos eletrodomésticos. Começamos pela logomarca e divulgamo-la através de um conjunto de iniciativas e tem corrido bem. Temos conseguido que se fale de Gondomar pela positiva.

Já sentiu retorno no investimento realizado com a logomarca?
Já, completamente. Hoje já toda a gente associa o “G” a Gondomar. Já se nota que a marca está associada a uma imagem de renovação, quer geracional quer de políticas.

Também há um ano, numa entrevista ao Vivacidade, indicou alguns projetos que iriam avançar no primeiro ano de mandato. Entre eles estava a redução do IMI, o portal da transparência e a delegação de competências às juntas. Tudo isto foi cumprido mas ficou a faltar a requalificação da Feira da Belavista e do Mercado da Areosa. Como se encontram estes projetos?
Em relação à Feira da Belavista aprovamos agora, numa reunião de Câmara, o projeto de arquitetura. A execução avançará em breve. Quanto ao caso da Areosa está um pouco mais atrasado devido ao processo judicial que houve com a empresa ABB. Mas até ao final do ano conto aprovar o projeto e acho que ainda em 2014 vai ser possível começá-lo. Antes de avançar com o projeto queremos falar com os comerciantes que é muito importante.

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