Novo Cais da Lixa deverá ficar concluído em maio

Cais da Lixa - janeiro 2019

O novo Cais da Lixa vai duplicar a capacidade do atual / Foto: Pedro Santos Ferreira

A requalificação do Cais da Lixa, localizado em Covelo, está prestes a ficar concluída. A intervenção permitirá receber mais navios-hotel e deverá ser inaugurada em maio.

Marco Martins, presidente do Município de Gondomar, revelou, na primeira reunião pública descentralizada de 2019, que a ampliação do Cais da Lixa, infraestrutura nas margens do rio Douro, ficará concluída em maio.

Em causa um projeto lançado em junho de 2017 pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), cujo investimento ronda os 2,5 milhões de euros.

“É um projeto muito significativo. É uma âncora de desenvolvimento para o Alto Concelho de Gondomar”, disse Marco Martins.

O edil gondomarense estima que o Cais da Lixa, bem como a beneficiação da marginal, fiquem igualmente concluídos no próximo mês de maio.

Quanto à rotunda que vai nascer junto ao local, o presidente da autarquia quer vê-la pronta ao mesmo tempo que o cais, sendo o investimento municipal de 435 mil euros.

Já à margem da sessão, o autarca apontou, aos jornalistas, que “estudos mostram que cada barco terá um impacto na economia local de 2,6 milhões de euros”, avançando que “em junho já há companhias de cruzeiros que têm ali marcada a expedição”.

Recorde-se que em junho de 2017, aquando da assinatura de um protocolo entre a Câmara de Gondomar, distrito do Porto, e a APDL, cerimónia que contou com a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, foi descrito que além dos quatro postos de acostagem, o projeto inclui a criação de zona de estacionamento, ciclovia e via pedonal.

O projeto apresentado somava a requalificação das infraestruturas viárias e a melhoria dos acessos à marginal a partir da EN108.

Na reunião pública do executivo municipal, o lançamento de concurso foi aprovado com os votos favoráveis do PS e Movimento Independente liderado por Valentim Loureiro, enquanto o PSD/CDS-PP preferiu abster-se e a CDU não quis participar da votação, uma vez que, explicou o vereador Daniel Vieira, “dada a chegada tardia dos documentos, não houve oportunidade de analisar o processo”.

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