Paula Picueta expõe “As Cores do Som” no Centro Cultural de Rio Tinto

Paula Picueta - janeiro 2019

A pintora reside em Rio Tinto há 25 anos / Foto: Pedro Santos Ferreira

No dia 5 de janeiro, a pintora Paula Picueta inaugurou, na galeria do Centro Cultural de Rio Tinto – Amália Rodrigues, a sua mais recente exposição, intitulada “As Cores do Som”. A mostra está patente até 1 de fevereiro.

São mais de 15 obras que integram a exposição “As Cores do Som”, de Paula Picueta. A pintora considera-se “uma gondomarense adotada”, tendo residência em Rio Tinto há mais de 25 anos.

Natural de Campanhã, onde nasceu em 1968, a artista plástica assume-se como autodidata, mas não esquece os seus mestres com quem foi aprendendo neste seu percurso.

“Comecei a pintar aos 10 anos. Sempre tive esta paixão, que foi impulsionada pelos meus pais. Entretanto, comecei a ter muitas encomendas de pintura realista e fartei-me um pouco desse género. Algures pelo meio, parei de pintar a óleo e comecei a pintar em acrílico, mas a maior parte da minha vida pintei a óleo”, recorda Paula Picueta ao nosso jornal.

A inauguração da mostra “As Cores do Som” foi, simultaneamente, um momento especial e uma surpresa pela adesão massiva que a pintora conseguiu granjear.

“Já levei o meu trabalho a Madrid e Barcelona, mas esta exposição foi especial para mim. Consegui juntar neste espaço amigos, conhecidos e outros artistas que vou conhecendo por aí”, acrescenta.

Quanto à mostra, Paula Picueta explica que procurou trazer a sua coleção de trabalhos em xisto, “não tão ligada a Gondomar, mas relacionada com um material típico de Valongo, aqui bem próximo”.

“Tenho outros trabalhos e considero-me muito preocupada com a atualidade e com os problemas sociais. Procuro ir retratando as minhas preocupações diárias na tela e por vezes nem atribuo título aos quadros, até para não limitar a liberdade criativa do público”, conclui.

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