Rede do Metro do Porto poderá alargar-se

Estação de metro de Fânzeres / Foto: Direitos Reservados

Estação de metro de Fânzeres / Foto: Direitos Reservados

Marco Martins, presidente do Município de Gondomar e responsável pela mobilidade na Área Metropolitana do Porto (AMP), abordou a 22 de abril a possibilidade de alargar quilómetros na rede de Metro do Porto, prevista no Programa Nacional de Reformas.

Está previsto pelo Governo investir, até 2020, cerca de 485 milhões de euros na expansão da rede de metro em Lisboa e no Porto em nove quilómetros, na substituição de autocarros, na renovação de veículos elétricos e no sistema de bicicletas partilhadas.

Para Marco Martins, presidente da Câmara Municipal de Gondomar, os projetos de execução para as duas linhas que considera prioritárias para a AMP – Santo Ovídeo/Vila D’Este e Campanhã/Valbom -, que, de acordo com o programa para esta obra estão destinados 275 milhões de euros provenientes de fontes como o Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa ou o Banco Europeu de Investimento, “os nove quilómetros estão mal calculados, porque era o preço de outra conjuntura económica e com esse dinheiro é possível fazer mais”.

Neste plano está previsto o descongelamento da segunda fase de extensão do metro, que inclui cinco percursos: a linha do Campo Alegre, a ligação ao Hospital de São João via São Mamede de Infesta, a linha de Valbom, o prolongamento da Linha Verde entre o ISMAI e a Trofa e a ligação da Linha Amarela a partir da estação de Santo Ovídio até ao Hospital Santos Silva e a Vila d’Este.

A expansão da rede do Metro do Porto tem sido reivindicada desde 2014 pelo Conselho Metropolitano e a delineação desta expansão vai decorrer ainda este ano. Em 2017 a obra será projetada e em 2018 arrancam os trabalhos.

 

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