Rio Tinto quer segurança para os cidadãos e aponta solução para minimizar acidentes na conduta

Do incidente resultaram apenas danos materiais, semelhantes aos ocorridos com a mesma conduta, em 2010, aquando do rebentamento da mesma. Na altura, 32 veículos foram danificados com o acidente.

A Águas do Douro e Paiva (AdDP) – empresa detentora e exploradora da conduta – assumiu, desde o primeiro momento, a responsabilidade sobre o assunto e acionou os mecanismos necessários para uma avaliação dos prejuízos e danos ocorridos.

“Julgo que a melhor solução para a conduta é a do encamisamento [reforço com placas interiores]”

Após a ocorrência, a AdDP informou a Junta de Freguesia de Rio Tinto que apenas vai reparar a zona acidentada. A autarquia entretanto já fez conhecer que preferia “soluções mais duradouras como a de um encamisamento [reforço do tubo com placas interiores] de toda a conduta”. “O que me dizem os técnicos é que há três soluções para a conduta: manter a que está, desativá-la ou fazer um encamisamento da conduta. Desativar não é a melhor solução porque também pode criar problemas, repará-la [na zona acidentada] não é uma solução permanente. Julgo que a melhor solução é a do encamisamento, porque aproveitava-se o buraco que temos e fazia-se esse trabalho, pelo menos na zona da avenida”, confessa o presidente de Rio Tinto, Nuno Fonseca, ao Vivacidade.

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