“Sub-16 são referência máxima do Club 5Basket”

Club 5Basket

Club 5Basket treina na Escola Básica e Secundária do Cerco, no Porto

O Club 5Basket é campeão distrital sub-16. A equipa de Rio Tinto surgiu em 2012 e já dá cartas na formação. Eurico Brandão, coordenador desportivo, e Jorge Correia, treinador da equipa sub-16, falaram ao Vivacidade.

Os campeões distritais 2013/2014 da Associação de Basquetebol do Porto (ABP), são gondomarenses. A equipa sub-16 do Club 5Basket conquistou o título e é neste momento, “a referência máxima” do clube, segundo Eurico Brandão, coordenador técnico da equipa.
Ao Vivacidade, o dirigente mostra-se satisfeito pelo percurso do clube em dois anos. “Quando começamos este projeto a equipa sub-16 não existia e foi um presente que nos caiu nas mãos. Hoje temos seis equipas – sub-8, sub-10, sub-12, sub-14, sub-16 e sub-18 – e queremos formar uma equipa feminina, no próximo ano”, afirma Eurico Brandão.
Para vencer o título foi necessário reajustar o plantel, mas agora que o objetivo de ser campeão distrital está cumprido, segue-se o Torneio Inter-Associações. “Esta época recrutamos alguns jogadores e assumimos o objetivo de sermos campeões distritais, que já está cumprido. Dentro do clube todos acreditavam que era possível conseguir este título, mas a época ainda não acabou e há mais objetivos para cumprir”, diz Jorge Correia, treinador da equipa sub-16.
Para aumentar a exigência dos atletas, o Club 5 Basket inscreveu a equipa sub-16 no escalão sub-18, para garantir a rotatividade e motivação dos jogadores, “com uma dificuldade acrescida”. “Esta geração de atletas é fantástica e estão sempre super motivados. Trabalhar com jovens é um pouco mais difícil, mas só aceitei o projeto porque há grande seriedade e emprenho”, refere Jorge Correia.
Apesar dos títulos, Eurico Brandão espera conquistar um espaço para treinar em Rio Tinto. Atualmente, o Club 5Basket treina na Escola Básica e Secundária do Cerco, no Porto. “Somos um clube jovem e Rio Tinto tem muitas coletividades com um grande passado histórico. Mas creio que mais do que pedir, temos que conquistar o nosso espaço e até lá continuamos a fazer o nosso trabalho”, conclui o coordenador técnico.

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