Unidade de Saúde de Baguim do Monte pronta para 18 mil utentes em 2017

Localização da Unidade de Saúde de Baguim do Monte / Arquivo Vivacidade

Localização da Unidade de Saúde de Baguim do Monte / Arquivo Vivacidade

O Centro de Saúde de Baguim do Monte deverá entrar em funcionamento em “meados de 2017”, segundo Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N). A obra, com um orçamento de mais de 1,2 milhões de euros, já abriu concurso público e servirá 18 mil utentes.

O concurso público para a empreitada de construção de um edifício foi publicado a 10 de julho em Diário da República (DR) e, à Lusa, a ARS-N explicou que o investimento total é da ordem dos 1.275.000 euros, sendo 1.100.000 para construção e 175.000 destinado ao equipamento. O prazo de execução da obra é de 630 dias após a atribuição da empreitada, enquanto o valor base do procedimento é de cerca de 800 mil euros.

O terreno cedido pela Câmara Municipal de Gondomar e localizado entre a rua da Carreira e a rua D. António Castro Meireles [ver mapa] vai finalmente ser ocupado com o novo equipamento e servirá 18 mil utentes. A Unidade de Saúde Familiar “Lusíadas” e Unidade de Cuidados na Comunidade de Baguim do Monte que atualmente assistem a população baguinense vão, assim, transferir os seus utentes para o novo Centro de Saúde.

Sem conseguir, para já, precisar o número de recursos humanos que irão trabalhar nesta nova unidade, fonte da ARS-N apontou à Lusa que “as futuras instalações foram dimensionadas para a prestação de serviços da carteira básica preconizada atualmente e adequada às características da população que vão servir”.

A Câmara Municipal referiu, em comunicado, que o “município colocou este processo em marcha há mais de dez anos”, vincando que o arranque “só se tornou possível agora depois do atual executivo ter aceitado incluir esta obra no mapeamento das verbas a atribuir no âmbito do Portugal 2020”.

Serviços à disposição dos utentes na nova Unidade

  • promoção da saúde e prevenção da doença nas diversas fases da vida
  • cuidados em situação de doença aguda
  • acompanhamento clínico das situações de doença crónica e patologia múltipla
  • cuidados no domicílio e integração
  • colaboração em rede com outros serviços, setores e níveis de diferenciação, numa perspetiva de “gestor de saúde” do cidadão
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