Como estamos e para onde vamos?

Quando em 2011 a atual coligação – então em listas separadas – ganhou as eleições seria difícil adivinhar que, com o programa de austeridade que o PS tinha assinado, pudesse quatro anos depois ganhar as eleições. Hoje isso está perfeitamente ao alcance da coligação Portugal à Frente. Porque os portugueses respondem sempre à mesma pergunta quando vamos a votos: Portugal está melhor ou pior que no dia das últimas eleições?

E o que me parece é que se em 2011 a esmagadora maioria das pessoas respondia a essa pergunta com um “pior”, hoje responde com um “melhor”. Porque Portugal mudou muito nos quatro anos que passámos. Mudou sobretudo de trajetória: em 2011 o desemprego subia a pique, hoje desce. Com o emprego o inverso: em 2011 baixava todos os meses, hoje sobe há mais de 20. A confiança dos consumidores está tão alta como não estava há décadas e o investimento puxa e puxa muito pela economia.

Portugal está perfeito? Certamente que não. Muito continua por fazer. Como um petrolífero carregado, o país demorou a encontrar um rumo correto, mesmo após se terem ajustado o leme e os motores. E se só a partir de 2013 as políticas se começaram a fazer sentir a verdade é que a partir daí o caminho de Portugal é insofismável. Estamos melhores – e não há um único (um único!) indicador a destoar.

Por isso acredito na vitória da coligação Portugal à Frente e acredito que ela trará a continuação das políticas que trouxeram crescimento económico e criação de emprego. A espiral de crescimento não vai parar!

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