95 anos sempre com os trabalhadores e o Povo

Fundado a 6 de Março de 1921, o Partido Comunista Português comemora 95 anos, com um percurso incomparável, marcado pela firmeza, coragem e combatividade, próprias de quem soube resistir nos tempos do fascismo e de quem escolheu, e escolhe, ficar ao lado dos trabalhadores e do Povo, nas suas lutas e na defesa dos seus direitos.

O PCP nasceu da vontade e decisão da classe operária e dos trabalhadores portugueses, da necessidade que sentiram em se organizarem para resistir e lutar pela transformação social e construir uma sociedade nova, liberta da exploração do homem pelo homem – o socialismo e o comunismo.

É o partido da classe operária e de todos os trabalhadores, da resistência antifascista, da Revolução de Abril e das suas conquistas. É o partido que combate a política de direita, venha ela de onde vier. É o partido das grandes causas e das batalhas contra a exploração, a opressão e as desigualdades, e que nunca faltou nos momentos de resistência, transformação e progresso.

A realidade confirma o papel imprescindível do PCP na vida política nacional e na defesa dos direitos dos trabalhadores e do Povo – como se verificou recentemente, perante a nova correlação de forças saída das eleições de 4 de outubro, em que o PCP tudo fez para que se criassem condições para interromper a política de desastre reinante e abrir a perspetiva do desenvolvimento de uma nova fase, que seja de esperança no retomar de um caminho capaz de dar resposta e solução aos graves problemas que o país enfrenta.

O Orçamento do Estado para 2016 refletiu elementos da posição conjunta do PCP e do PS, bem como medidas positivas para os trabalhadores e a população, que a correlação de forças existente na AR permitiu aprovar nos últimos meses.

Estivessem PSD e CDS no Governo e a discussão seria a imposição de mais 600 milhões de euros de cortes nas reformas e nas pensões, a continuação de medidas de agravamento fiscal sobre o trabalho, a perpetuação do ataque aos direitos laborais e socias, acentuando o empobrecimento e exploração.

Não iludindo dificuldades, nem divergências, e sinalizando as insuficiências do OE de responsabilidade do Governo do PS, o PCP contribuiu para o melhorar, procurando dar uma resposta imediata a problemas mais urgentes e concretos sentidos pelos portugueses.

Hoje como no passado, o PCP não se demite de intervir em nenhuma dimensão da vida política, numa intervenção que traduz os valores que defende e o projeto que transporta.

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