A Força do Povo, por um Portugal com futuro

Decorreu a 5, 6 e 7 de Setembro a Festa do Avante!, maior iniciativa político-cultural realizada no país, festa de Abril e espelho dos valores que o PCP defende e cuja realidade atual testemunha a sua atualidade e justeza.
Num momento em que são cada vez mais notórias as desastrosas consequências das opções políticas de sucessivos governos PS, PSD e CDS, a Festa do Avante!, espaço de convívio, amizade e solidariedade, é também espaço de denúncia das políticas de direita e de afirmação de uma alternativa patriótica e de esquerda, que rompa com este caminho de ruína nacional e abismo económico e social, assumindo, firmemente, a defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores e do povo e da soberania e independência nacionais.
Foi neste quadro que o PCP anunciou o lançamento de uma ação nacional de afirmação política, com início este mês e sob o lema “A Força do Povo, por um Portugal com futuro – uma política e um governo patrióticos e de esquerda”. Esta ação apresenta os vetores fundamentais de uma política patriótica e de esquerda: renegociação da dívida; recuperação para o controlo público de setores e empresas estratégicas, designadamente o setor financeiro; promoção e valorização da produção nacional, em conjunto com a valorização dos salários e rendimentos dos trabalhadores e do povo e o respeito pelos direitos sociais e laborais; defesa dos serviços públicos e das funções sociais do Estado; implementação de uma política fiscal que tribute fortemente os rendimentos do grande capital, os lucros e dividendos e a especulação financeira, reduzindo a carga fiscal sobre os rendimentos dos trabalhadores e das micro, pequenas e médias empresas; rejeição da submissão às imposições do Euro e da União Europeia.
Esta é uma ação nacional que confia no Povo português para, através da sua luta e intervenção, inverter o rumo de desastre imposto por PS, PSD e CDS – aliados do grande capital e da banca, que nunca hesitaram no ataque aos direitos dos trabalhadores, dos reformados e pensionistas, dos jovens, das mulheres, quando implementam políticas de destruição de emprego e da produção nacional, de desmantelamento de serviços públicos e entregam a soberania e independência nacionais à troika estrangeira.
Assim se afirma a existência de uma política alternativa, ao serviço dos trabalhadores e do Povo, na defesa dos seus interesses e direitos, garantindo o cumprimento da Constituição da República Portuguesa e traçando um caminho que cumpra os valores de Abril.

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