A marca do PS

O Partido Socialista tem-se afirmado, ao longo dos quarenta e quatro anos da sua existência, como um partido estruturante no quadro da democracia portuguesa.

Nos momentos mais difíceis da vida do país, nos momentos de crise, o PS sempre soube dizer presente na construção de um país mais desenvolvido, com mais oportunidades para todos.

Foi assim com a criação do SNS, com o processo de adesão europeia, com o estabelecimento de mínimos sociais através de prestações como o Rendimento Mínimo Garantido e o Complemento Solidário para Idosos, com a expansão da Rede Pré-escolar, com a criação da Rede Nacional de Cuidados Continuados, com o Programa Novas Oportunidades e com tantas outras medidas que seria impossível e fastidioso evocar todas.

Com o Partido Socialista a defesa da dignidade da vida humana tem sido sempre assumida como um valor maior, que leva a que, no Governo, se faça mais uma vez a diferença.

Quando tantos diziam ser impossível sair da linha de sobre-austeridade imposta pelo Governo PPD/PSD-CDS/PP, o Partido Socialista recusou a inevitabilidade e tem vindo a provar que é possível devolver rendimentos e qualidade de vida aos portugueses e manter o equilíbrio das contas públicas.

Depois de em 2016 termos atingido o défice mais baixo de toda a história do regime democrático, prevê-se que em 2017 Portugal registe o maior crescimento da economia portuguesa neste século.

Tudo isto, graças à conjugação do esforço e capacidade empreendedora dos portugueses com ação determinada do Governo no direcionamento dos recursos disponíveis para respostas que vão ao encontro das reais necessidades dos cidadãos e cujos resultados são bem visíveis.

Exemplo disso é atualização extraordinária das pensões, que ocorrerá no mês de agosto, e da qual beneficiarão dois milhões de pensionistas.

Depois de um período que quase ditou a destruição do Sistema Nacional de Saúde, assistimos, neste último ano e meio, à integração de mais de 6.433 profissionais de saúde, que vieram reforçar a capacidade do sistema, à criação de mais 55 unidades de saúde familiar e à disponibilização de mais 820 camas de cuidados continuados. Sendo que, com a redução das taxas moderadoras e o aumento das comparticipações, os portugueses pouparam no ano passado 62 milhões de euros em despesas de saúde.

A taxa de desemprego desceu para 9,5%, valor inferior à média europeia e caminha para os 9,4%.

Esta é a marca da governação socialista, uma marca de rigor sem alienar as condições de bem-estar dos portugueses.

Boas Férias!

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