Agravamento do défice comercial contradiz propaganda do PSD/CDS-PP

Entre janeiro e julho deste ano, as vendas de bens ao exterior quase estagnaram, as importações também desaceleraram, mas a um ritmo manifestamente inferior, conforme revelam os dados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE)
No total, as exportações somaram 28.331 milhões de euros, o que representa um saldo negativo de 5.949 milhões de euros.
O défice da balança de bens aumentou cerca de mil milhões de euros comparativamente aos primeiros sete meses do ano passado como se pode constatar num artigo do jornal Público.
Se tivermos em conta o trimestre terminado em julho de 2014 (maio até junho), verificamos que as exportações aumentaram apenas 1,5%, enquanto as importações subiram 4,9%, face ao mês homólogo, o défice da balança comercial aumentou 527 milhões de euros e a taxa de cobertura diminui 2,7 pontos percentuais 82,6%.
Em julho de 2014 e face ao mês homólogo, as exportações de bens aumentaram, 1,3% o equivalente a 56 milhões de euros, as importações de bens aumentaram 3% – mais 159 milhões de euros ascendendo a 5.377 milhões de euros.
No mês anterior, as exportações e as importações tinham registado um acréscimo de 7,2% e 9,9% respectivamente, tendo em conta os valores obtidos em junho de 2013.
Esta é a realidade dos números e não a mentira que todos os dias os membros do governo nos tentam fazer acreditar!
Gostava de deixar uma nota: é uma vergonha depois de o estado ter limpo um banco sistémico vir logo em seguida devolvê-lo limpinho a banqueiros privados que já provaram não ter vocação para gerir bancos.
O Bloco de Esquerda defende e bem que o “Novo Banco” deve ficar sob controlo público, tal como a “Caixa Geral de Depósitos” sendo por sua vez, um instrumento ao serviço da economia do crédito às empresas para criar emprego, impedindo assim que o dinheiro público lá colocado não seja mais uma vez entregue a privados.
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