Contra factos não há argumentos

Sempre entendi esta crónica que escrevo mensalmente como um espaço livre. As palavras que deixo, fluem do meu entendimento e da minha livre opinião. Sempre o fiz desta forma, e não o deixarei de fazer.

O frenesim em torno das eleições autárquicas já começou, e quando não existem argumentos sólidos, o meio mais fácil será a acusação fácil e despropositada.

O Partido Socialista de Gondomar não precisa de subterfúgios, porque a melhor campanha que pode fazer é mostrar o trabalho que ao longo dos últimos quase quatro anos realizou, e que tornam Gondomar num município mais desenvolvido, mais justo e mais reconhecido.

Para os mais desatentos, tomei a liberdade de elencar algumas das medidas mais relevantes que passam por áreas tão distintas como o Desenvolvimento Económico, o Ordenamento do Território, Turismo, Ambiente e Cidadania.

Foi levada a cabo a Revisão do Plano Diretor Municipal, aguardada há quase 10 anos, desde que o mesmo havia caducado.

Recuperação de passivos ambientais, com especial relevância para a remoção dos resíduos perigosos de São Pedro da Cova, cujo trabalho e perseverança deste executivo foi notável.

Investimento claro no turismo com a criação de um Posto de Turismo permanente com a divulgação do concelho de Gondomar, a criação da Rota da Filigrana, do Museu Vivo das Artes da Ourivesaria, e a Rota Gastronómica da Lampreia e do Sável, bem como a adequação do ordenamento do território, e a inclusão de Gondomar em Rotas do Turismo do Porto.

Aposta na modernização do tecido empresarial, investimento e criação de emprego com a atração e fixação de empresas pela redução de impostos, redução e isenção de taxas para beneficiação, conservação e edificação de imóveis, apensas à criação de novos postos de trabalho, ao mesmo tempo que era criado o Gabinete do Empreendedorismo.

Foi feita uma aproximação clara à população, quer através de iniciativas sociais (Observatório Social, Espaço Família, Conselho Municipal da Juventude e Conselho Municipal da Saúde), quer pela ação participativa no Orçamento Municipal e pela descentralização de competências.

Foi feito um claro investimento na oferta cultural do município, quer pelo dinamismo da agenda cultural, quer pela aposta da recuperação da utilização dos vários equipamentos, de que o Multiusos é o principal exemplo.

Infelizmente, pela limitação de espaço que esta crónica ocupa, não posso alongar-me naquilo que é uma muito mais extensa lista de ações, de verdadeiras estratégias e investimentos que este executivo tem feito pelo presente e futuro de Gondomar.

O nosso concelho foi limpo: limpo na sua imagem, e limpo de inércias e amarras que não deixavam crescer e amplificar a nossa terra. E contra factos, não há argumentos.

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