Editorial – dezembro 2016

Caros leitores,

“Está na altura de reconstruir as relações entre as pessoas e os seus líderes”. É uma das principais ideias que o português António Guterres, eleito e empossado secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) apresentou no seu discurso aos representantes de quase 200 países. Para concretizar esta ligação de forma a evitar os extremos, só há duas maneiras: educando melhor as pessoas e escolhendo melhor os líderes. Neste caso o mundo fez uma boa escolha, Guterres tem condições únicas para ser a pessoa certa no momento certo na posição certa! Se há algum risco é a expectativa muito elevada de todos, que vai inevitavelmente ser frustrada um dia ou outro. Um bom trabalho de Guterres resultará num mundo melhor para todos. Espero que assim seja.

Do mundo e da ONU vamos para Gondomar, que a partir de janeiro será a Cidade Europeia do Desporto, uma circunstância que com certeza vai permitir que o Município venha a criar, ou a colocar em funcionamento nos sítios onde existem, as infraestruturas que tanta falta fazem para os desportistas que praticam atletismo, e outros desportos, nos locais a tal destinados, como a Avenida da Conduta, a marginal do rio Douro, de Gramido até ao Freixo, ou o canal do metro. Refiro-me concretamente a casas de banho e estruturas de apoio que permitam aos atletas fazerem a sua corrida, treino ou até passeio mais aliviados e sem necessitarem de andar a procurar um local impróprio para o efeito pretendido.

Mesmo os que não são atletas agradecem, pois apesar de ser deprimente a visão da única casa de banho que existe nos percursos com longas filas em dias de prova, a verdade é que estes ainda conseguiram um certo alívio, mesmo tendo que esperar muito tempo…. Mas nos dias sem eventos organizados, não há mesmo nenhuma casa de banho e a única que há é como se não existisse pois está fechada.

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