Editorial – junho 2017

Caros leitores,

Gondomar está ao rubro pois está confirmadíssima a vontade de diversos movimentos de independentes de concorrer às eleições autárquicas que se aproximam.

Devemos ser sempre pela pluralidade de opções, que se devem poder oferecer aos eleitores da forma mais lata e viável que for possível. Por isso, haver mais opções é bom e deve ser respeitado por todos, incluindo os partidos que estão habituados a conseguir organizar as suas candidaturas sem grande oposição e sem grande esforço e que, havendo movimentos independentes, vão ter que fazer um esforço maior para mostrarem os seus programas, políticos e objetivos para o concelho.

Definidos os principais candidatos, é altura de informar, debater e aquecer os motores para que os eleitores sejam informados e a campanha possa ser um momento de reflexão, de melhoria dos objetivos e de adequação das ações para que sejam consequentes.

Tenho oportunidade de aqui dizer, por muitas vezes, para os líderes não se esquecerem de escolher boas pessoas para as suas listas. Não é demais insistir, pois se tivermos pessoas boas nas listas, qualquer que seja a orientação política destes elementos, a população será sempre beneficiada.

E é para isso que se faz política, para procurar beneficiar a população com o nosso esforço e engenho.

Ou devia ser.

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