Editorial – março 2016

Caros leitores,

Temos que continuar a promover aquilo que Gondomar sabe fazer. E Gondomar sabe fazer bem tudo o que se relaciona com a ourivesaria, como é bem visível em cada edição da Ourindústria, que brevemente estará de novo entre nós, entre os dias 17 e 20 de março, como pode verificar nas páginas do seu jornal de sempre.

Mas hoje escrevo a propósito de mais taxas, taxinhas e impostinhos que os nossos governantes insistem em nos sobrecarregar, neste caso com prejuízos brutais para esta indústria que tão importante é para o nosso concelho.

De facto, aumentar mais de 90% as taxas da contrastaria só pode promover o consumo de peças estrangeiras em que estas taxas são bem mais baixas, com um enorme prejuízo na competitividade dos nossos industriais e comerciantes e sem que haja um ganho significativo na recolha de impostos por parte do estado…

Para lá dos aumentos proporcionais, existe agora um preço mínimo de 7,5 euros por lote a ser tratado na contrastaria, que até parece fazer sentido se não fosse um valor a aplicar a cada família e designação entregue, ou seja para ser um lote tem que ser a mesma peça repetida, o que faz com que no caso de produção em peças individuais o preço da taxa seja brutal.

Ou seja, mais um encargo para aqueles que já tem centenas de taxas e taxinhas para pagar à agora renomeada “República de Portugal”.

Que para algumas coisas agora até parece a “República das Bananas”… Só falta mesmo que os presidiários sejam nomeados ministros para poderem ter imunidade…

Mas não falta muito…

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