Editorial – Novembro 2013

José Ângelo Pinto - Administrador da Vivacidade, SA.

José Ângelo Pinto – Administrador da Vivacidade, SA.

Caros Leitores,

Os acessos ao site e à página no Facebook do www.vivacidade.org não param de aumentar. A publicação do jornal físico, replicado no mundo virtual, de forma gratuita e de acesso livre, tem demonstrado a capacidade de rejuvenescer, de atrair novos leitores e de renovar a liderança regional, que temos vindo a assumir na imprensa regional metropolitana do Porto.
Esta edição é a primeira, após um longo conjunto, em que o destaque foram as eleições locais; pois as autárquicas dominaram naturalmente os conteúdos do jornal nesse período.
Estamos orgulhosos da cobertura verdadeiramente notável e inédita que fizemos das eleições e dos seus resultados; pois não encontramos nenhum outro órgão local de informação que tenha feito um trabalho semelhante e o que nos têm dito é que há publicações a replicarem o modelo que definimos. Ou seja, o Vivacidade é hoje não só um produto estabilizado, maduro, com imensa visibilidade e impacto mas também visto como um modelo a seguir pelas pessoas interessadas em desenvolver novos projetos nesta área.
Projetos âncora, que sustentem o desenvolvimento, é o que a região Oriental da cidade da zona metropolitana do Porto precisa, pois tirando um ou outro sinal positivo, claramente insuficiente para poder vir a transformar a região, não parece haver ainda conciliação política para que se possam desenvolver estruturas (obras ou organizações) que levem a que os impactos sejam notáveis. Para isto, é preciso começar a organizar as parcerias certas, que incluam os municípios, as entidades de gestão dos programas e os privados mas que sejam estruturados os princípios dos projetos de tal modo que seja o interesse público completa e absolutamente salvaguardado e protegido.
O país não está em condições de promover uma EXPO 2020 na zona oriental do Porto, mas que ia ser um projeto fantástico e com impactos a 50 anos disso não há dúvida. Com a organização política atual dos municípios envolvidos não há espaço para pensarmos nisso?

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