Editorial – novembro 2017

Caros leitores,

Gondomar vai para a frente apenas se tiver iniciativa privada e empreendedorismo. Parece que tem havido evoluções significativas a este nível, estando o Município a promover protocolos com associações empresariais e a desenvolver contactos com promotores hoteleiros para promover finalmente a costa ribeirinha.

Só a atração de potenciais investidores não chega, é preciso também saber apadrinhar os projetos e apoiar fortemente o seu estabelecimento. Mas sem o primeiro passo da atração e da criação dos planos de negócio é que nada será feito.

Mas uma vez dado este passo e havendo interessados, há que não desperdiçar a oportunidade, pois na maior parte dos casos um investidor que não encontre no Município boa vontade e interesse dificilmente investe.

As oposições têm também responsabilidades no desenvolvimento económico e podem – e devem – em vez de votar contra apenas por votar contra, fazer uma oposição construtiva e atenta. Devem mesmo apoiar e ajudar a que se possam desenvolver projetos dinamizadores para que se consiga colocar Gondomar no mapa.

E esquecer os megaprojetos de cimento que não criam emprego duradouro e que de nada servem a médio e longo prazo, até porque com a exceção da linha de metro no centro de Gondomar (que é um projeto que tem que ser realizado pelo orçamento nacional com apoios europeus) não precisamos de mais nenhuma megaestrutura.

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