Editorial – Setembro 2014

José Ângelo Pinto - Administrador da Vivacidade, SA.

José Ângelo Pinto – Administrador da Vivacidade, SA.

Caros Leitores,

Ética e responsabilidade social das organizações não podem continuar a ser apenas chavões que produzimos para inglês ver.
É preciso que as empresas, instituições e órgãos do poder percebam que são as atitudes éticas, transparentes e baseadas em processos organizacionais claros e conhecidos, que levam a resultados para a sociedade e para as próprias organizações. É preciso perceber também que comportamentos das pessoas que sejam contrários aos princípios e valores que devem nortear as nossas atuações, têm que ter a resposta adequada.
Claro que para dar a resposta adequada precisamos que o sistema judicial funcione e para isso é essencial que os tribunais processem rapidamente e eficazmente as queixas e as participações que lhes são entregues. Pois a demora que existe nos processos só beneficia os perdulários e safados que se desenrascam apenas porque não sofrem a consequência imediata das suas ações.
É para tal imperativo que problemas, como os que temos tido no sistema informático dos tribunais, sejam rapidamente resolvidos, para que os cidadãos possam recuperar a confiança nestas instituições.
Mas tanto deve ser considerado culpado o criminoso como aquele que apoia o crime, pelo que as organizações e as pessoas que suportam e apoiam os criminosos têm que ter cuidado com as suas opções. São estas que demonstram o respeito que têm ou não pelos valores éticos e morais da sociedade.
Por vezes somos enganados algum tempo, julgando conhecer bem as pessoas e acabando por perceber que as características pessoais que julgávamos serem pormenores afinal não o são.
Como diz um grande amigo meu, não há bons negócios com más pessoas!
É por isso que procuramos sempre nas nossas equipas ter as melhores.

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