Editorial – setembro 2016

Caros leitores,

Há pessoas que nos marcam pela aplicação que fazem de conceitos, que muitos pensam que conhecem bem, como a solidariedade, o altruísmo, a abnegação e pela entrega que têm a si próprios, aos seus próximos, à sociedade e às comunidades em que estão inseridos. E nem precisamos de ter longas conversas com essas pessoas ou interações frequentes, basta o efeito dos resultados que estas pessoas conseguem e o que provocam nas entidades e na sociedade em que estão inseridos para percebermos a sua grandiosidade e o seu poder. Ou seja, mais que as conversas com o Homem ou a Mulher, são os atos e os resultados dos atos que definem quem são as pessoas, bem como a forma como influenciam os comportamentos dos outros e os melhoram.

E quando os resultados são alicerçados no mais profundo sentido ético e moral, no conhecimento profundo das matérias que aceitam tratar e na priorização adequada entre a dedicação ao trabalho, à família, aos amigos e às instituições, então estamos perante um Homem BOM ou, no sentido dos antigos princípios do direito, um verdadeiro bom pai de família, que está bem incluído neste conceito mas não de forma retro inclusiva.

Para lá do que cada um faz e do que é capaz de fazer, dos resultados ou do sentido ético, moral e de responsabilidade que cada um tem, o que distingue, finalmente, as pessoas excecionais das pessoas normais é a capacidade de transmitir aos outros esta vontade de seguir princípios e normas de conduta irrepreensíveis e de obter e manter seguidores e amigos por todas as franjas dos tecidos sociais, económicos e políticos.

O Vivacidade tem muitos amigos assim, que nos ajudam e apoiam sem esperar ou obter nada em troca e muitas vezes até sem terem consciência do alcance das suas ações.

A todos agradecemos sempre muito por todo o apoio e suporte, especialmente quando, esta semana, este grupo ficou mais pequeno porque Deus escolhe homens bons para ter ao seu lado.

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