Está na nossa mão mudar a situação!

As eleições para o Parlamento Europeu de 25 de maio assumem, no atual contexto nacional, uma enorme importância.
Desde logo porque os partidos responsáveis por um dos períodos mais negros da nossa história estão juntos contra o povo e o país. Para que se saiba, na Assembleia da República, no Governo, ou no Parlamento Europeu, cá como lá, PSD, PS e CDS estiveram sempre unidos em tudo que é essencial quando se tratou de decidir em favor da União Europeia, em favor dos grandes grupos económicos contra os trabalhadores e o povo. Relembremos que juntos subscreveram o Pacto de Agressão do FMI/BCE/UE que está a destruir a vida dos portugueses, aprovaram o Tratado Orçamental amarrando o nosso país a décadas de empobrecimento, uniram-se na reforma do IRC assegurando ao grande capital bónus fiscais sobre os seus lucros sujeitando os trabalhadores e o povo à carga insuportável do IRS e do IVA e que nunca quiseram renegociar a dívida para assim continuarmos a assistir a um roubo sem precedente nos salários, reformas e direitos.
Nestas eleições dar mais força à CDU é a oportunidade que temos para eleger mais deputados comprometidos com a firme defesa dos interesses dos trabalhadores, da juventude, das mulheres, dos reformados, dos pequenos e médios empresários, dos agricultores e pescadores, enfim, de amplas camadas da população. Por outro lado, o voto na CDU é também o que, de forma mais consequente, engrossa o caudal da luta e do protesto contra este Governo e contra a sua política; é o voto que melhor contribui para a derrota de ambos e para a afirmação de uma alternativa política, patriótica e de esquerda, capaz de assegurar a mudança na vida nacional a que aspiram cada vez mais portugueses.
Votar na CDU é votar em homens e mulheres de palavra e de uma política de verdade, que não dizem hoje uma coisa para amanhã fazer o seu contrário, que dão combate à corrupção e não querem continuar a assistir à impunidade que os grupos económicos e financeiros gozam, que recusam benefícios pessoais pelos cargos que exercem ou exercerão, que fazem de cada mandato não uma oportunidade para obter privilégios e “fazer carreira” mas sim um compromisso para defender os interesses e direitos dos trabalhadores, do povo e de um país que se quer soberano e desenvolvido.

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