O Desemprego em Gondomar tem de baixar!

Entre os 308 municípios do, país, Gondomar é o quinto com maior número de desempregados. Os últimos dados, apontam para mais de 10 mil desempregados. É uma realidade que não tem sido objeto de debate, mas deve merecer uma atenção especial.

A situação de desemprego, para além de afetar mulheres e homens sem trabalho, prejudica também as suas famílias e tem impactos negativos no desenvolvimento do território. E, quando há centenas de licenciados sem trabalho então, há um desperdício inadmissível de recursos humanos.

Anos e anos de domínio da direita na Câmara de Gondomar, deixaram um lastro de dívida e atraso económico e social. As políticas do PSD, CDS, e Valentim Loureiro condenaram Gondomar a um lugar pouco prestigiante no conjunto dos municípios da Área Metropolitana do Porto.

Há que recuperar o tempo perdido no país. O desemprego está a baixar após terem sido revertidas algumas políticas defendidas pela troika e pelo anterior governo do PSD/CDS. Mas, ainda há muito a fazer para libertar o mundo do trabalho das grilhetas da exploração.

O que está a acontecer aos trabalhadores da PT, é só mais um exemplo da ganância dos donos daquela empresa e desrespeito pelos trabalhadores.

Qual é o papel das autarquias no combate ao desemprego?

Em vários concelhos do país, a Câmara Municipal é o principal empregador.

Não é o que defendemos para Gondomar, queremos empresas produtivas, baseadas na inovação e não nos baixos salários como os partidos da direita querem, mas uma Câmara pode ter uma ação importante na criação de emprego de qualidade e com direitos, desde logo, dando um bom exemplo nas relações laborais diminuindo a precariedade no trabalho. Mas também, adotando as melhores práticas, isenções fiscais como, por exemplo, a derrama, nas empresas que criem pelo menos cinco novos postos de trabalho permanente, ou com medidas de apoio aos desempregados apoiando a formação para profissões com futuro fazendo parcerias com entidades públicas como o Instituto do Emprego e Formação Profissional.

É urgente diminuir drasticamente o número de desempregados em Gondomar, não chega fazer proclamações ou declarações bem intencionadas, é preciso que as autarquias cumpram as suas obrigações, exerçam as suas competências e contribuam para que no seu território haja mais emprego qualificado, menos desigualdades e mais coesão social, menos desperdício de saberes e competências, mais contratação coletiva, menos exploração, e mais consideração por quem trabalha Por tudo isto, baixar o desemprego em Gondomar tem de ser um desafio que tem de ser vencido e está nas mãos de todos ganhar o futuro.

No próximo dia 1 de outubro está nas tuas mãos escolher os mesmos de sempre ou escolher homens e mulheres capazes de levar Gondomar em frente.

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