Que 2018 seja tudo… menos “cosmética de números”!

Começando pelo mais importante, e pela principal mensagem que nesta altura será adequada, desejo a todos um Bom Natal e um Próspero Ano de 2018.

É um “lugar comum”, por estes dias, desejar-se a quase todos um Feliz Natal. Faz parte da tradição. A alguns, de forma sentida e honesta, a outros, admito, talvez por uma questão de boa educação. Mas o que é certo é que, enquanto grupo, os eleitos do Movimento Independente Valentim Loureiro Coração de Ouro, desejam a todos os gondomarenses um Feliz Natal e um excelente ano de 2018. Todos merecemos. Merecemos que os nossos anseios se concretizem, que os nossos projetos avancem e, principalmente, que a felicidade e a saúde façam parte da nossa vida.

É sabido que o líder deste movimento desde sempre defendeu uma postura social e virada para as pessoas. Fazer política – ou ser-se político – é precisamente isso. Intervenção social e cívica, centrada nas pessoas e nos seus anseios. Anseios esses que, nestes últimos anos, têm sido cada vez mais notórios (com o desemprego a aumentar durante muito tempo, com as dificuldades na vida familiar a serem mais notórias e, resultado disso, com menos alegria e felicidade). Portanto, especialmente neste Natal, que encarem a vida com mais otimismo. E que não se conformem. O amanhã, acredito, será melhor.

Prosseguindo numa tónica positiva, enquanto gondomarense cabe-me elogiar todo este ano de Cidade Europeia do Desporto. A candidatura, que se traduziu na realização de mais de 400 eventos e cerca de meia centena de modalidades, foi uma conquista positiva e que devemos destacar. A Câmara Municipal de Gondomar, pela mão da vereadora responsável por este projeto (Dra. Sandra Almeida) soube dinamizar, valorizar e rentabilizar o muito que se fez.

A Cidade Europeia do Desporto foi um sucesso. Um sucesso que deverá ser repartido pela Câmara, por praticamente todo o movimento associativo concelhio e, claro, pelos atletas (e não só) que fizeram parte desta grande festa. Homenagem, ainda, aos voluntários – que, no final de tantas atividades, se confirmaram como peça fundamental para o sucesso alcançado.

Uma observação, crítica… Senti, da parte de algumas coletividades concelhias, algum desalento – por se terem considerado excluídas da iniciativa e indicarem que a Câmara poderia ter sido ainda mais abrangente no “leque” de modalidades oferecidas aos gondomarenses.

Mesmo assim, e regressando aos elogios, considero que foi uma aposta ganha. Projetou Gondomar. Mostrou o que somos.

Gostaria de deixar algumas palavras sobre Plano e Orçamento que a Câmara vai apresentar para 2018. Mas não posso… Sei que o documento será primeiro analisado e votado em reunião de Executivo. Só depois nos [Assembleia Municipal] chegará às mãos. No entanto, e infelizmente, já terá chegado à mão de jornalistas (dado que a 15 de dezembro já tive oportunidade de descobrir algumas informações pela Comunicação Social).

Deixo, ainda sem conhecer os documentos, duas observações. Que não façam “cosmética” com os números – que façam obra, que apoiem, que tenham intervenção. Enquanto empresário, dirigente associativo, eleito municipal e, claro, gondomarense, que não se esqueçam de alguns setores da sociedade local. E que não ostracizem uns quantos…

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