Segurança automóvel

O CDS/PP tem vindo a constatar um inusitado e perigoso crescendo de pontos críticos da circulação automóvel em diferentes vias concelhias, pontos esses onde se têm repetido diferentes ocorrências com consequências nefastas, umas mais outras menos graves, para a integridade física e patrimonial de muitos gondomarenses e dos utentes em geral dessas mesmas vias. Com efeito, em pontos específicos de diferentes vias do concelho, têm-se repetido tais ocorrências, emergentes da respetiva inadequação estrutural a um fluxo de trânsito sempre crescente para o qual não foram pensadas, mas também a uma condução imprudente e mesmo irresponsável de muitos dos automobilistas que claramente as potenciam.

Sem que tenha procurado ser exaustivo, o CDS desde logo discerniu diferentes vias onde estes focos perigosos persistem, a saber:

– Estrada D. Miguel (Baguim, Fânzeres, S. Pedro da Cova, S. Cosme e Jovim);

– Avenida da Conduta (Rio Tinto, Fânzeres e S. Cosme);

– Rua D. António Castro Meireles (Baguim do Monte);

– Avenida General Humberto Delgado (Fânzeres, S. Cosme);

– Rua Pedro Álvares Cabral (Rio Tinto);

– Estrada Nacional 108 (Avenida Escritor Costa Barreto (Valbom):

– Rua da Portelinha (Fânzeres);

– Rotunda da Covilhã (S. Pedro da Cova).

Neste sentido e porque se torna absolutamente necessário que, quem de direito, promova as exigíveis ‘démarches’ no sentido de obviar, limitar, os perigos existentes, nestes como noutros pontos críticos da circulação automóvel no concelho – pois estes invocados exemplos são apenas referenciais -, o CDS apresentou na última sessão da Assembleia Municipal uma Proposta de Recomendação ao executivo municipal, no sentido de que, em parceria com as freguesias e Associações Humanitárias de Bombeiros do Gondomar, fossem avaliados os diferentes exemplos de ocorrências conhecidas e determinados os inerentes pontos críticos, para consequente intervenção, potenciadora de ocorrências menos gravosos a quem por lá circula.

Do ponto de vista do CDS, a intervenção reparadora nestes espaços críticos não tem que necessariamente implicar o dispêndio de valores avultados por parte da autarquia, como a construção de rotundas ou implantação de sinalização luminosa, vulgo semáforos. A simples colocação de lombas, bandas sonoras, complementadas de sinalização vertical, poderá contribuir, de forma objetiva e relativamente barata, para a diminuição da velocidade automóvel em tais espaços, reduzindo, com significado, os registos de sinistralidade ocorrida.

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