Sim, é possível!

No próximo dia 1 de Outubro os eleitores podem dar mais força a Gondomar.

Se assim o entenderem, podem com o seu voto decidir a eleição de autarcas comprometidos com políticas que tem como prioridade as pessoas e o seu bem-estar.

O Bloco de Esquerda quer ser uma força decisiva para a abertura de um novo ciclo autárquico.

O critério do êxito de uma Câmara não pode ser o da quantidade de betão que contrata, mas, o da satisfação dos direitos das pessoas, dos indicadores de igualdade e coesão social, da sustentabilidade ambiental, da participação cívica nas decisões e na vida do Município.

Podem contar connosco todos os moradores de Gondomar de nascimento e de coração, pessoas que trabalham, de pensamento livre, militantes de esquerda e independentes,

Connosco contam também todos os precários que trabalham na Câmara. Nós não deixamos ninguém para trás!

A Câmara tem de dar o exemplo decisivo, na fiscalização e no combate ás fontes de poluição, na prevenção dos nossos rios na qualidade do ar, e das nossas serras tão fustigadas pelos incêndios.

A Cidadania, a Participação e Transparência.

A Habitação, a Mobilidade e os Transportes.

O Ambiente e o Espaço Público.

A Saúde Educação e Cultura.

A Descentralização e a Regionalização têm de ser as prioridades do Município.

O processo de descentralização tem de ser um instrumento para conferir mais capacidade de participação e de decisão ás populações sobre as opções e os caminhos de desenvolvimento das regiões, não pode ser um mero esquema de “municipalização” das responsabilidades e competências do estado.

O Bloco de Esquerda tem inscrita, a descentralização nos seus genes políticos, no entanto, não é possível escamotear a realidade: cerca de 70% dos municípios portugueses têm menos de 30 mil habitantes.

À sua escala, recursos e meios são insuficientes para novas competências municipais nas áreas da educação, saúde ou segurança social que devem estar a um nível supra municipal.

A entrega dessas funções a privados é a nova oportunidade que espreita.

A descentralização para os municípios e freguesias é possível e desejável, mas de acordo com os recursos disponíveis, nomeadamente financeiros.

A democracia local não pode ficar refém de tamanha e excessiva concentração de poderes.

Há muito que defendemos a solução para descentralizar: a Regionalização, com órgãos eleitos diretamente pelas populações, assegurando a articulação, fortalecimento e autonomia dos poderes local e regional, e a participação cidadã.

A eleição de mais autarcas do Bloco de Esquerda é a garantia de poderem contar com a energia e a combatividade de homens e de mulheres desta Esquerda Popular e Socialista que nunca vira a cara à luta.

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