Soluções para o País – Não ao declínio nacional!

Dados recentes do INE, referentes ao emprego e ao 4.º trimestre de 2014, conjugados com os dados mensais do emprego e do desemprego corrigidos de sazonalidade, revelam o aumento do desemprego no 4.º trimestre de 2014 em relação ao 3.º trimestre do ano. Aumento da pobreza – 2 milhões e 700 mil portugueses em risco de pobreza. Aumento do desemprego e da exploração. Resultado de políticas de sucessivos governos PS, PSD e CDS. Consequência dos PEC’s e do Memorando assinado por esta troika nacional. Reflexo das opções políticas de benefício do grande capital e da banca à custa do empobrecimento e do aumento da exploração dos trabalhadores e do povo. Hoje empobrece-se a trabalhar. Hoje 50% da riqueza nacional está nas mãos de apenas 5% da população portuguesa, comprovando-se o agravamento das desigualdades sociais e a injustiça na distribuição da riqueza. Uma realidade económica e social com responsabilidades de PSD, PS e CDS. Ataque às funções sociais do Estado: notório na situação vivida nas urgências dos hospitais e sentida no Serviço Nacional de Saúde, com carência profunda de meios humanos e materiais; evidente na escassez de profissionais de educação e na degradação das condições de ensino-aprendizagem, num deliberado caminho de desmantelamento da Escola Pública; visível na retirada dos abonos de família e de um conjunto de proteções sociais que agudizam condições de pobreza já existentes. Privatizações e alienação de património nacional e grandes grupos económicos e financeiros e a capital estrangeiro, entregando o que é de todos os portugueses e que foi construído com o dinheiro de todos nós, nas mãos de meia dúzia, para daí aumentarem os seus lucros. Numa sessão pública do PCP que decorreu em Gaia, esta realidade foi confirmada pelos vários testemunhos ali dados. Mas ficou também claro, que há alternativas! O PCP, conforme afirmou o seu Secretário-Geral, tem soluções para o país. Soluções a serem construídas com todos os patriotas e democratas que queiram efetivamente romper com a política de direita e construir a alternativa patriótica e de esquerda. Uma alternativa assente no aumento da produção nacional, solução estruturante para criar emprego e riqueza nacional; de defesa da nacionalização dos setores estratégicos nacionais e do controle público da banca; de defesa das funções sociais do Estado e dos direitos laborais e sociais dos trabalhadores e do Povo. Uma alternativa comprometida com os valores de Abril.

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