Um Congresso de unidade e confiança

Realizou-se a 2, 3 e 4 de dezembro o XX Congresso do PCP, que foi o culminar de um processo de vários meses durante os quais milhares de militantes reuniram, analisaram e propuseram alterações ao documento discutido e votado em Congresso.

Foram três dias intensos, de grande riqueza, com intervenções que analisaram a situação social política e social no mundo, no país, bem dando nota da situação económica e social de várias regiões do país, identificando os problemas e propondo soluções, além de intervenções que nos contaram dos problemas reais sentidos nos locais de trabalho, em vários setores de atividade, além das muitas e diferentes lutas que foram e que estão a ser travadas pelos trabalhadores na defesa dos seus direitos laborais e sociais.

Foram feitas intervenções sobre os direitos das pessoas com deficiência, sobre realidades vividas pelos reformados, sobre a educação, a saúde, a cultura, o movimento associativo, o trabalho, a segurança social, a produção nacional, a soberania do nosso país.

Falou-se e debateu-se a nova fase da vida política nacional, assinalando-se o papel, a proposta e a intervenção decisiva do PCP para tal.

Falou-se sobre os rendimentos e direitos repostos e da alternativa que se impõe, bem como da necessidade de combate às ingerências da UE.

Intervieram partidos comunistas e progressistas de outros países e foram feitas intervenções sobre a luta pela paz e a solidariedade com os povos.

Intervenções que enriqueceram o Congresso pelas reflexões deixadas e pela partilha de diferentes realidades.

Foi um Congresso marcado por um ambiente de unidade, confiança e força para continuar a luta por uma vida melhor e por uma sociedade mais justa, reafirmando a luta dos trabalhadores como fundamental para romper com bloqueios, constrangimentos e encetar a construção da política alternativa, patriótica e de esquerda.

Passado o Congresso, o tempo é de ação e de partir para a concretização das decisões tomadas. Como afirmou o secretário-geral do PCP, este é um Congresso que “confirmou e reafirmou que este partido não regateará nenhum esforço, nenhuma tarefa, que visem defender e conquistar direitos e melhorar as condições de vida dos trabalhadores e do povo, sempre com os olhos postos na linha do horizonte, no objetivo supremo que anima e justifica a nossa razão de ser e de lutar: uma sociedade liberta da exploração do homem pelo homem.”

Depois deste Congresso, o PCP está mais forte para fazer esse caminho.

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